PROJETA INTERIORES E SE POSSÍVEL COORDENA A OBRA DE INTERIOR. O projeto de design de interiores consiste no arranjo do espaço interno criado pela disposição e detalhamento executivo do mobiliário, planejamento de gesso, instalações luminotécnicas, diagramação de revestimentos, obras de arte, cortinas, tapetes e outros objetos, no intuito de adequar o espaço arquitetônico às necessidades e expectativas do cliente. Nas maioria das vezes adequa também a disposição de paredes e ambientes, a reforma com acréscimo do espaço original, ou intervenção em laje, viga ou pilar, são os únicos casos onde precisa do acompanhamento de um arquiteto para realizar seu trabalho. Na prática, tem poucas coisas que o arquiteto faz e não podem ser feitas pelo Designer. Diferente do que muita gente pensa um designer não é o ser sensível escolhe objetos e faz decoração de “bom gosto”. Planeja-os tecnicamente baseado em centenas de princípios técnicos, e coordena a execução destes objetos e equipamentos e mobiliário. Mesmo os objetos escolhidos na loja são previamente planejados, desenhados e incorporados no planejamento do espaço.
O Designer - Atuação profissional
PROJETA INTERIORES E SE POSSÍVEL COORDENA A OBRA DE INTERIOR. O projeto de design de interiores consiste no arranjo do espaço interno criado pela disposição e detalhamento executivo do mobiliário, planejamento de gesso, instalações luminotécnicas, diagramação de revestimentos, obras de arte, cortinas, tapetes e outros objetos, no intuito de adequar o espaço arquitetônico às necessidades e expectativas do cliente. Nas maioria das vezes adequa também a disposição de paredes e ambientes, a reforma com acréscimo do espaço original, ou intervenção em laje, viga ou pilar, são os únicos casos onde precisa do acompanhamento de um arquiteto para realizar seu trabalho. Na prática, tem poucas coisas que o arquiteto faz e não podem ser feitas pelo Designer. Diferente do que muita gente pensa um designer não é o ser sensível escolhe objetos e faz decoração de “bom gosto”. Planeja-os tecnicamente baseado em centenas de princípios técnicos, e coordena a execução destes objetos e equipamentos e mobiliário. Mesmo os objetos escolhidos na loja são previamente planejados, desenhados e incorporados no planejamento do espaço.
Arquiteto
PROJETA EDIFICAÇÕES E SE POSSIVEL COORDENA A OBRA. TRABALHA PARA ATENDER NECESSIDADES DO SER HUMANO (Funcionais, bioclimáticas (ambientais), estéticas, psicológicas, sociais e financeiras). CONCEBE E COORDENA TODA EQUIPE DE OBRA, TEM PAPEL DE MENTOR. Estuda as mesmas cadeiras da área de construção que o engenheiro, estuda algumas cadeiras de calculo, mas na sua atuação faz o lançamento lógico estrutural, mas normalmente não realiza os cálculos mais profundos, delega para alguém que estuda matemática com mais profundidade. Tem algum conhecimento sobre artes, mas é um profissional de humanas que usa estas disciplinas como apoio em seu trabalho de planejamento. Não estuda disciplinas específicas de projetos de interiores. Mas alguns conceitos básicos de planejamento são parecidos com os de um designer de interiores. É o profissional cabeça da construção civil. Qualquer trabalho de obra inicia com o trabalho dele por ele, o engenheiro entra no trabalho depois que ele determina todas as funcionalidades, detalhes estéticos, lógica estrutural e resoluções funcionais com aproveitamento de luz natural, artificial e ventilação/iluminação além de correta distribuição dos fluxos da edificação. Detalhes como bitolas de cabos na instalação elétrica, quantidade de ferros dentro da estruturas precisam ser feitos por alguém que domine matemática, num grau que o arquiteto não tem normalmente tempo, apesar de ter estudado. depende de um calculo que ele repassa para o engenheiro, mas a disposição funcional e a quantidade necessária para iluminar um ambiente é uma prerrogativa do arquiteto ou do designer de interiores. Não trabalha com cadernos detalhados com projeto de paginação de revestimento, gesso, luminotecnica, detalhamento de mobiliário, a não ser que seja um arquiteto misto (Arquiteto especialista de interiores). Seu trabalho é bem mais prático e menos Trabalhoso que o do designer em termos de elaboração de pranchas de projeto, mas é bem mais demorado e subjetivo que o trabalho de projeto do engenheiro, que lida em maior parte do tempo com atendimento às normas e cálculos, seu trabalho é objetivo e matemático.
Markimob fala sobre paisagismo para Jornal da Comunidade
Markimob é fonte em matéria publicada no último sábado (26) no Caderno de Imóveis & Construção, do Jornal da Comunidade, sobre influência de um bom projeto paisagístico no processo de venda de imóveis.
Verde que valoriza o imóvel
Estudo revela que o paisagismo pode aumentar entre 10% e 30% o preço de uma casa ou apartamento. Empresas descobrem a importância desse espaço e investem pesado em projetos para agradar à clientela, que ganha qualidade de vida
JULIANA AFFERedação Jornal da Comunidade
Localização, opções de lazer e segurança deixaram de ser os únicos atrativos para a compra da casa própria. O paisagismo ganha espaço nos projetos da construção civil e agrega valor significativo na venda da residência. Estudo feito nos Estados Unidos revela que o paisagismo pode aumentar de 10% a 30% o valor do imóvel. Paisagistas e profissionais do mercado imobiliário garantem que o verde melhora não apenas a estética do local, mas suaviza o ambiente e confere qualidade de vida aos moradores.
Lindiane Cardoso de Oliveira, gerente de engenharia e empreendimentos da Mark-
Imob, avalia que o paisagismo melhora o visual do empreendimento. “É um item muito importante. Nos casos que têm área permeável (revestida com vegetação), por exemplo, procuramos colocar o paisagismo. Dessa forma, todos ganham. O prédio fica mais bonito e valorizado e não prejudico o meio ambiente. Cumpro todas as normas”, assegura.
A gerente de engenharia considera outras vantagens do espaço reservado para área verde no local. “O contato com a natureza é maravilhoso. É ótimo para as crianças crescerem vendo flores e árvores. O ambiente fica mais fresco e confortável, porque essas áreas são mais úmidas. Alguns residenciais têm redários, espaço zen, spa para descanso e mentalização. Sem dúvida, vale a pena o investimento”.
Raul Chagas, arquiteto, design e paisagista, conta que os clientes acham o paisagismo importante, mas não fundamental. “Sempre teve certa importância, mas existe um público específico. O ideal é destinar 3% do valor da obra ao paisagismo. No entanto, não é assim que ocorre. As pessoas querem gastar o mínimo possível e o paisagismo fica em segundo plano. Acham que um pequeno jardim é a mesma coisa que paisagismo. Jardineiro e paisagista têm funções diferentes”, compara.
O imóvel pode valorizar cerca de 20% com um paisagismo bem planejado, garante o profissional.
“Qualquer plantinha todo mundo coloca. É necessário um projeto bem elaborado para que se possa planejar o futuro, porque as plantas vão crescer e exigir cuidados. As construtoras têm consciência dessa importância. Elas sabem o que um paisagista pode fazer na vida delas. Já 90% das pessoas, infelizmente, sentem-se realizadas e satisfeitas com dicas de um vendedor de plantas”, lamenta o paisagista.
Gardênia Matos, proprietária da Gardênia Matos Paisagismo & Decoração, observa que os clientes estão cada vez mais exigentes. “Vários fatores são avaliados na compra do imóvel. O paisagismo é um deles e se tornou fundamental na percepção de valor dos compradores. Com o ritmo de vida acelerado, há uma valorização no hábito de ficar em casa, preferencialmente no ambiente externo”. Ela acrescenta que mesmo em apartamentos é possível criar espaços que permitam o convívio estreito com a natureza.
As mudanças no mercado imobiliário nos últimos anos compravam que os investimentos em paisagismo estão relacionados com a necessidade de atrair novos clientes. “Bem executado e planejado, pode ser um fator decisivo no fechamento do contrato. As construtoras têm percebido isso. Com o objetivo de oferecer mais conforto e qualidade de vida aos moradores, elas investem em projetos paisagísticos cada vez mais personalizados. Além da vegetação, pérgulas, jardins verticais, vasos, espelhos d’água e várias outras opções tornam os empreendimentos mais atrativos”.
Gardênia explica que alguns fatores são importantes e devem ser considerados na elaboração do projeto paisagístico. “É importante conhecer o perfil dos moradores. Deve ser (o projeto) harmonioso, dinâmico e funcional, respeitando gostos e interesses dos clientes. Ao mesmo tempo, precisa estar equilibrado com a fauna e a flora locais, respeitando as características de cada planta. Também é necessário levar em conta a vocação natural do terreno e a análise do solo. As espécies
Ela defende que o paisagismo humaniza os espaços de convivência das pessoas. “Além da beleza que proporcionam, com sua riqueza de cores, formas e texturas, as plantas trazem vida aos ambientes”, conclui. Nil de Souza, proprietário da New Garden Paisagismo e Arquitetura, destaca que uma boa maquete e imagens com um bom paisagismo impulsionam as vendas. “Existem vários fatores importantes na hora de elaborar um projeto, como a escolha correta das espécies. Mas o que todos procuram são beleza e arte em um jardim. Por isso é importante um paisagista com conhecimento de normas e técnicas. Ele vai criar, planejar, elaborar, harmonizar um belo jardim”, considera.
Arquitetura ou Engenharia Civil: qual curso escolho? - Guia do Estudante
Estou em dúvida entre Engenharia Civil e Arquitetura. Não tenho muito jeito com arte e desenho e tem tenho muito criatividade. Sou boa mesmo com cálculos. Qual seria o melhor curso para mim?
enviado por Isabelle Parente
O curso de Arquitetura envolve conhecimentos ligados tanto à Engenharia Civil
(cálculo estrutural, dimensionamento de forças, análise da composição
de terrenos para a sustentação da construção) como da área de humanas,
como história da arte, perspectivas antropológicas sobre a moradia (como
os seres humanos consideraram e consideram nas diversas culturas a
questão da habitação), passando pela análise da ocupação das cidades
(paisagismo, urbanismo, áreas residenciais e comerciais, entre outras
questões).Há também arquitetos que se especializam em comunicação visual, desde a definição de padrões de comunicação de empresas até o design de móveis ou objetos de uso doméstico.
Classicamente, quando se trata de construção civil, contrata-se um arquiteto para a elaboração da planta, da distribuição dos espaços internos da casa e da fachada. Cabe ao engenheiro civil responsabilizar-se pelo cálculo e dimensionamento das colunas, vigas, da distribuição de cargas e determinação das ferragens e dos materiais envolvidos na obra.
Porém, estas áreas se intercambiam, ou seja, ambos os profissionais podem se responsabilizar pelas diversas atividades que envolvem a construção. Saiba, inclusive, que há um único Conselho profissional que regula a atividade das duas carreiras – o CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). O curso de Arquitetura tem uma boa carga de disciplinas ligadas a cálculo, justamente porque esta habilidade é exigida no exercício profissional.
Consulte as grades curriculares de Arquitetura e de Engenharia Civil e você verificará as semelhanças e diferenças. Quanto a sua questão sobre “criatividade”, considere que inovar e encontrar novas perspectivas também decorre do aprendizado que desenvolvemos durante a vida, ou seja, isto não é um “dom” natural, com o qual nascemos. O curso de graduação em Arquitetura pode ajudá-la nesse sentido.
Saiba, porém, que boa parte dos vestibulares (principalmente em universidades públicas) apresenta prova de habilidades específicas (ligadas à percepção visual e a desenho técnico e artístico) como critério de seleção.
Verifique as provas anteriores das faculdades que você eventualmente tenha interesse. Saiba também que há cursos preparatórios para o vestibular que oferecem aulas especiais para tais provas específicas.
Raul Chagas esclarece que tipo de profissional pode projetar paisagismo
Na intenção de unir estes pontos cruciantes da cadeia produtiva de bens e serviços de paisagismo e jardinagem, a empresa AuE Soluções criou, há cerca de dois anos, o www.paisagismodigital.com.br.
O sucesso da iniciativa é inegável e já se tornou um hábito para os interessados em comprar ou vender, pesquisarem no site, certos de que encontrarão rapidamente uma resposta positiva para sua necessidade.
Traduzindo em números: Mais de 2000 associados de vários países como Brasil, Portugal, Argentina, Venezuela, Angola, Áustria e Espanha.
Cerca de 1500 visitantes diários, todos interessados na área, já que a busca é específica. Mais de 130000 páginas visitadas ao mês!
E mais:
*No site o paisagista encontra o que precisa para seu projeto e o endereço para contato imediato com o fornecedor, sem intermediação.
*O fornecedor de produtos e serviços tem um mercado cativo de clientes que já descobriram como é fácil procurar e encontrar, vender e comprar.
*O cliente encontra os melhores profissionais e produtos ao alcance de um clique e, o que é melhor, pode escolher pela localização geográfica, aquele que está mais próximo.
*O BLOG publica artigos de interesse, aberto a todos os parceiros que queiram expor suas idéias e projetos, com mais de 4000 assinantes, e o fórum para discussão de dúvidas.
Pedimos aos nossos parceiros do Paisagismo Digital uma avaliação do serviço oferecido pelo site, além de críticas e sugestões para nos aperfeiçoarmos cada vez mais. Agradecemos as respostas que recebemos e, com a devida autorização, publicamos algumas de suas considerações:
O engenheiro
CONSTRÓI OU CALCULA, TRABALHA PARA ATENDER NECESSIDADES DAS MÁQUINAS. VEÊM AS CONSTRUÇÕES COMO MÁQUINAS (EM SUA FORMAÇÃO BÁSICA) Têm profundo conhecimento em matemática e física devido a uma formação quase toda baseada nesta duas disciplinas. Complementam o trabalho do arquiteto com projetos de instalações e cálculos estruturais quando o próprio arquiteto já não o faz. Sua atuação na residência é coordenada pelo arquiteto, uma vez que trabalha em decorrência do projeto concebido pelo mesmo. Devido ao alto grau de trabalhos que um projeto de arquitetura demanda, os engenheiros acabam sendo mais contratados para executar as obras, mas por formação, o engenheiro e o arquiteto tem a mesma formação. Como é o profissional envolvido co o calculo, é o que normalmente assume as responsabilidades mais sérias da obra, no Brasil nada impede que o arquiteto assuma esta etapa. Aliás, no Brasil, o engenheiro não estuda conforto técnico, funcionalidade arquitetônica, composição plástica, planejamento socio-espacial , aspectos economicos, etc, mas pode assinar o projeto de arquitetura com se fosse um arquiteto. Arquitetos e engenheiros por lei, podem assinar os mesmos tipos de projeto independente do porte da obra, mesmo que não tenha a devida formação para cada caso. Existem engenheiros que projetam arquitetura muito bem, mas é uma conhecimento adquirido, que não tem nada a haver com sua formação, pois não é este o objetivo da mesma. No Brasil as construtoras vêm o engnheiro como o profissional mais adequado para tocar obras, pois o mercado acaba induzindo o arquiteto a se interessar pouco por estruturas e instalações.
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